Cobrar barato demais para atrair clientes é um dos erros mais comuns de quem abre um negócio próprio. Muitas vezes o faturamento parece alto, mas quando chegam as contas de fornecedores, impostos e taxas da maquininha de cartão, o saldo na conta fica no vermelho. Para garantir lucro real, a precificação precisa cobrir as despesas fixas e ainda deixar margem para investimentos.
Mapeie todos os seus custos fixos e variáveis
O primeiro passo para definir seu preço é listar absolutamente tudo o que você gasta para manter o negócio rodando. Entram na conta a taxa de ocupação ou aluguel, energia, internet, sistemas, matéria-prima e os impostos incidentes sobre cada venda. Não se esqueça de incluir as taxas operacionais de gateways de pagamento e maquininhas de cartão, que comem pequenas porcentagens em cada transação.
Calcule o seu pró-labore e o valor da hora
Seu trabalho não é de graça e o seu salário não deve ser o que sobra no caixa ao fim do mês. Defina uma remuneração fixa mensal para você e divida esse valor pelas horas trabalhadas no mês para descobrir o custo base da sua hora. Quando você sabe exatamente quanto custa o seu tempo, fica muito mais fácil precificar serviços ou cobrar pela mão de obra de personalização de produtos.
Aplique o markup correto sobre cada item
O markup é o índice multiplicador aplicado sobre o custo direto de um produto ou serviço para cobrir os custos fixos e a margem de lucro desejada. Em vez de inventar um número de cabeça ou apenas copiar o concorrente, use uma fórmula matemática clara ou nossa calculadora prática de preço de venda para automatizar esse cálculo sem burocracia.
